Em carta entregue pela empreiteira Andrade Gutierrez,
responsável pela obra do estádio, a empresa alegava se sentir incomodada com a
situação política do clube e por isso não fará mais as obras no local. A carta
serviu apenas de formalização para o comunicado que já havia sido feito pela
empresa ao clube na semana passada. A diretoria pretende reverter à situação.
Os projetos para construção da cobertura do estádio, de um
hotel e de uma casa de shows foram todos feitos, há mais de dois anos e meio,
pelo clube junto com a Andrade e custariam R$ 460 milhões.
(Foto: Divulgação)
A relação empresa/clube já estava
critica desde dezembro, quando em uma reunião para a possível aprovação do
projeto nas instancias do clube, Tércio Melica, conselheiro do clube, chamou a
empresa de corrupta por causa do auto custo das obras. Com isso a oposição
boicotou o encontro e impediu a aprovação.
Os parceiros da obra criaram um
fundo de investimentos para a arrecadação do valor total das obras. Esse fundo
foi administrado pela Lacan. A construtora só começaria as obras no estádio
após a arrecadação do valor total da obra.
Na ultima segunda-feira, uma
reunião foi feita entre as partes para tentar entrar em um acordo. Embora a
posição da empresa permaneça a mesma, o combinado entre os dois é de anunciar
qualquer novidade quando o assunto estiver definido.
Uma nova reunião está pré-marcada
para a primeira semana de fevereiro para tentativa de uma nova votação, mas até
lá o São Paulo tem que correr atrás da empresa para conseguir com que ela mude
de ideia e voltar a trabalhar junto ao clube.

Nenhum comentário:
Postar um comentário